27 de janeiro de 2010

21 sugestões para uma carreira bem sucedida

O Ivan Raszl, criador do Ads of The World - site sobre publicidade mais acessado no mundo todo - postou no seu blog uma lista com 21 sugestões que, na opinião dele, podem ajudar você a ter uma carreira bem sucedida.
1. Encontre o lugar certo para adquirir o máximo possível de experiência no menor período de tempo. Isso quer dizer trocar de empregos a cada dois anos com base nas opções que você tem disponíveis.
2. Trabalhe em um lugar que seja valioso para o seu tempo e seu talento. Não se acomode em qualquer trabalho.
3. Coloque mais esforço no seu trabalho do que é esperado e faça isso com empolgação.
4. Torne-se a pessoa mais positiva e entusiasmada.
5. Seja compreensivo consigo mesmo e com os outros. Somos todos humanos e cometemos erros mesmo quando temos apenas boas intenções. Não deixe que esses erros tirem você da busca pelos objetivos de longo prazo.
6. Seja generoso com suas contribuições ao trabalho em equipe. Não tente levar o crédito por toda ideia que teve.
7. Persistência, persistência, persistência. O grande trabalho nunca cai no seu colo. Você precisa trabalhar muito para chegar até ele. Dedique-se, refina tudo que fizer e seja perfeccionista.
8. Se você ver que está, claramente, indo na direção errada com sua estratégia, não tenha medo de parar e repensar tudo, mesmo que isso signifique começar tudo do zero.
9. Discipline-se para guardar dinheiro mesmo se tiver um modesto salário. Isso vai te dar liberdade para mudar de emprego quando as coisas forem mal e vai te permitir tirar férias capazes de renovar sua alma e seu corpo.
10. Seja comprometido com a melhoria constante. O mercado e a tecnologia estão evoluindo com uma rapidez incrível. Você não pode ficar para trás.
11. Comprometa-se com qualidade. Nunca se contente com algo que está abaixo do seu melhor. Aperfeiçoe seu trabalho dentro do que o prazo permite.
12. Sua felicidade profissional não é baseada no número de prêmios ou em quanto você ganha, mas nas relações que você tem com colegas e clientes. Trate-os com respeito.
13. Seja leal aos seus clientes e fornecedores. Isso será apreciado até mesmo pelos concorrentes.
14. Seja honesto no seu trabalho. Nunca minta ou direcione mal o consumidor. Se enganar, se sentirá miserável em relação à sua profissão.
15. Seja proativo. Se identificar uma ideia, aceite a responsabilidade e faça acontecer.
16. Não culpe os outros. Se estiver infeliz em relação a algo, tome a iniciativa de mudar, ao invés de reclamar.
17. Seja decisivo mesmo se isso significar alguns erros eventuais. O timing é tudo!
18. Seja ousado e corajoso com o seu trabalho. Quando olhar para trás na sua vida profissional, vai se arrepender das coisas que poderia ter feito melhor ou de forma diferente.
19. Não superestime o valor da educação formal. A experiência com o trabalho real tem muito mais valor.
20. Alimente-se bem, pratique atividades físicas. Sua mente e seu corpo são as únicas ferramentas que você tem.
21. Não aceite qualquer conselho. Pegue apenas no que será útil. Crie suas próprias regras e mude-as de acordo com sua vontade.
CHMKT

22 de janeiro de 2010

Se você esperar pelos números, será sempre o segundo

Abaixo, segue uma historinha real que vi em uma matéria da HSM e que achei bem interessante. Trata-se de um dilema bem presente nas empresas e também nas relações com os clientes.

‘Há alguns anos, o pesquisador de uma fabricante de impressoras chegou à conclusão de que o futuro dos eletrônicos era sem fio. Seria natural que as impressoras acompanhassem esta evolução. Ele criou a tecnologia necessária e marcou uma apresentação diante do conselho de avaliação para expor seu projeto. ‘Qual a garantia de que isto nos trará retorno?’, perguntaram os membros do conselho. O pesquisador tinha só a convicção de que era uma boa idéia. Pediram que ele voltasse quando pudesse comprovar o sucesso comercial de sua invenção. O mesmo processo se repetiu no ano seguinte, e no outro. Até que, no quarto encontro, o presidente do conselho lhe disse: ‘A Hewlett-Packard lançou uma impressora sem fio há seis meses. Por quê nós não fizemos isso?’

Ou seja, investir em projetos inovadores pode levar a fracassos e prejuízos. Não investir neles dá oportunidade a outras empresas de sair na frente. Isso vale para soluções em comunicação, desenvolvimento de produtos, criação de novos meios de distribuição, etc.
No entanto, não dá pra nos colocarmos como vítima e reclamar apenas! Devemos ter argumentos fortes e claros o suficiente pra vender nossas ideias, e o caso acima pode ajudar bastante.
Já para quem aprova ideias e projetos, vale a reflexão: até que ponto esse tipo de comportamento está te levando a perder oportunidades de inovar e sair na frente?

Cuide bem da sua marca, ou ...


21 de janeiro de 2010

Algumas lições para criar grandes marcas

O Ed Cotton, do Influx Insights, escreveu um post bem interessante que tem muito a ver com a minha abordagem sobre a relação entre as pessoas e as marcas. A premissa é a mesma: para venderem cada vez mais, as marcas devem se comportar como seres humanos, criando condições para um relacionamento de confiança.



Para ele, nós, seres humanos, temos o poder de agir juntos em benefício de uma causa maior, de entrar em contato com nosso próprio potencial pessoal, e de fazer mais do que o possível quando há paixão genuína. Isso parece estar localizado no polo oposto da maneira com que as marcas se comportam, diz. O perigo aqui é que as marcas se encontram facilmente desengajadas dos consumidores, que estão movendo adiante muito mais rapidamente do que elas conseguem acompanhar.

5 dicas que as marcas deveriam seguir:

1. Descubra sua grande idéia - No que você acredita, acima e além dos seus produtos e serviços?
2. Dê vida à sua idéia e coloque em ação - Como você pode provar sua paixão e interesse? Como você pode mostrar isso?
3. Converse - Participe de conversas e aja como um ser humano. faça isso regularmente.
4. Crie uma comunidade de interesse - Pense no que você pode fazer para sua base. Qual valor você pode agregar e como você pode ajudá-los a conseguir algo melhor? Como eles podem conseguir algo maravilhoso com a sua ajuda?
5. Que mudanças você pode impactar? - O mundo vive desafios massivos para os próximos 20 anos. O que sua marca vem fazendo para encontrar soluções?

20 de janeiro de 2010

Desafios do Marketing Contemporâneo

Cocriação, descartabilidade, cultura beta, engajamento e mashup. Estas são algumas das características do Marketing Contemporâneo. A tecnologia foi a principal responsável por ampliar o leque de ferramentas de Marketing na mesma proporção em que o consumidor mudou. Agora, cabe aos profissionais saberem aplicá-las para manter um relacionamento consistente entre clientes e marcas, seja ele virtual ou real, e, claro, vender da melhor forma possível.
Poucas empresas, no entanto, estão estruturadas para lidar com a mudança dos tempos. A Fiat é uma delas. A montadora sabe da importância de aplicar o conceito do Marketing Contemporâneo a sua estratégia. A marca tem desenvolvido ações de comunicação que integram mídias diferenciadas de acordo com o perfil de seus consumidores. A força do Marketing Contemporâneo também é entendida no sucesso da rede social de moda e estilo byMK. O espaço virtual permite que internautas e marcas se relacionem de forma espontânea.
Até mesmo marcas voltadas ao mundo do entretenimento aproveitam a multiplicidade de canais para se aproximar e entender o seu público. É o caso da banda O Teatro Mágico. Em seis anos de carreira, o grupo vendeu mais de 190 mil CDs e 40 mil DVDs sempre levantando a bandeira do compartilhamento de músicas na internet e da música livre, promovendo sua marca na web e acumulando fãs que são verdadeiros seguidores da banda.
* por Alceu Cruz - desta forma podemos destacar no artigo publicado pela Sylvia três maneiras  importantes dentre outras que devem ser de relevância ao pensarmos sobre o Marketing Contemporâneo;
- Como conquistar consumidores engajados
- Simplicidade gera maior visibilidade
- Inovar sem ser descartável

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing

Como conquistar consumidores engajados

O exemplo de O Teatro Mágico representa o engajamento que as marcas podem suscitar entre os consumidores e o poder que eles têm em ditar o que será sucesso ou não no mercado. “As empresas devem estar atentas aos canais, monitorando o que está sendo falado a respeito de sua marca”, aconselha Elvin de Oliveira Rocha, Sócio-Diretor da Engage, em entrevista ao Mundo do Marketing.
A partir do monitoramento sobre o que dizem estes consumidores é possível chegar a um dos temas em voga no Marketing Contemporâneo: a cocriação. “As empresas saíram do estágio em que ditavam regras para uma era de relacionamento. Por isso se fala em cocriação. É trazer o consumidor para dentro do processo de desenvolvimento de produto”, explica Genaro Galli (foto), professor da ESPM-RS e especialista em Marketing Contemporâneo.
Foi o que fez a Fiat para lançar o seu carro conceito no Brasil, o Fiat Mio. Em pouco mais de quatro meses de interação com consumidores pelo site www.fiatmio.cc, a empresa conseguiu reunir sete mil ideias de cerca de 10 mil internautas. Os comentários, sugestões e pedidos contribuíram para a concepção do novo modelo que será apresentado no Salão Internacional do Automóvel deste ano, em São Paulo.

by site Mundo do Marketing

Simplicidade gera maior visibilidade

Entre os desafios para os profissionais que pretendem trabalhar o Marketing Contemporâneo está a busca pela simplicidade. “Com o excesso de oferta e informação, muitas vezes a simplicidade acaba gerando maior visibilidade e relevância. Somos bombardeados por muitas marcas, produtos, extensões de linha e promoções complexas. O simples acaba sendo mais”, sugere Galli, da ESPM-RS.
Um exemplo da simplicidade de uma marca é a Red Bull. O energético é um produto que ninguém precisa explicar e tem apenas duas versões: light e normal. Outro obstáculo para as marcas é a disputa do espaço com os próprios consumidores. Esse fato, entretanto, pode ser usado a favor das empresas. “A Coca-Cola contratou os rapazes que fizeram uma experiência com Mentos e Diet Coke para divulgarem a marca de forma positiva”, exemplifica o especialista.
A Melissa também se uniu aos consumidores e contratou três adolescentes para escreverem no blog da marca e promoverem seus produtos. Uma delas é a hoje apresentadora da MTV, Mari Moon. Para garantir o sucesso com empreitadas como essas é necessário identificar personalidades que tenham afinidade e sinergia com a marca. Essas pessoas passam a ser mais do que consumidores, mas uma espécie de embaixadores da marca.

by site Mundo do Marketing

Inovar sem ser descartável

No byMK, as empresas também encontram um meio de se unir às consumidoras. “A empresa que faz uma ação no byMK não está apenas deixando uma mensagem, mas sim conquistando consumidores engajados. Damos peças de roupas da marca para que o cliente monte os seus looks”, explica Flavio Pripas, Sócio-Fundador do byMK, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Renner, Rexona, H. Stern e a revista Estilo são algumas das marcas que já realizaram ações em parceria com a rede social especializada em moda. Atualmente, o byMK está presente no lounge da Seda no São Paulo Fashion Week, que acontece até sexta-feira, dia 22. No espaço, os visitantes podem criar looks em uma tela touch screen que serão comentados na rede social.
Como tudo se descarta muito rápido nos dias de hoje, fazer Marketing dentro das redes sociais pode ser uma boa opção. “Qualquer look criado pode ser acessado pelos consumidores e ser aproveitado para ilustrar um blog ou um site, por exemplo”, conta Pripas, do byMK. É importante que as marcas mantenham-se firmes, mesmo diante deste cenário de descartabilidade, quando tudo perde sua importância e dá lugar a algo novo frequentemente.
Mas, se por um lado ser descartável não é bom, por outro é necessário se reiventar. “Vivemos a cultura beta, da descartabilidade. Vemos versões atualizadas todo momento. O consumidor incorporou isso e o desafio das marcas é procurarem inovação sem perder a essência”, declara Galli, da ESPM.

by site Mundo do Marketing

19 de janeiro de 2010

A hora de mudar a Marca

Pense nas marcas que, de alguma forma, fazem parte da sua vida. Preste atenção nas primeiras que vêm à cabeça. Elas ficam na memória por um motivo. Porque fazem parte do seu dia-a-dia, ou marcaram algum momento importante. Ou porque transmitem uma mensagem em que você acredita.
Uma marca pode ser um sabão em pó que resolveu a sua vida. Pode ser o brinquedo que o seu filho leva pra todo canto. Pode ser uma ONG com uma causa tão interessante, que já fez você se imaginar largar tudo e sair panfletando por aí, defendendo a mesma idéia.
Isso se chama relacionamento. Quando se atinge esse nível de comunicação e um produto passa a compartilhar momentos, emoções, crenças e valores com as pessoas, se cria uma marca. Através dela, um produto é capaz de comunicar-se com as pessoas em um nível mais profundo, é capaz de inspirar.
Mas, como em qualquer relacionamento, uma marca precisa evoluir, acompanhar as mudanças de seu público para não correr o risco de se desgastar. Toda marca corre o risco de ficar associada a idéias antigas ou não acompanhar as expectativas e desejos das novas gerações.
Quando o que a marca diz deixa de ter significado para o seu público e não responde à sua estrutura de negócios, ela fica obsoleta.
Revitalizar uma marca é um processo diferente de uma mudança. Mudar a fórmula do produto, criar uma nova embalagem, decidir trocar o nome ou criar anúncios revolucionários são mudanças que, sozinhas, podem ser impactantes, e até mesmo resultar em acréscimo de vendas. Mas uma mudança de longo prazo é uma decisão importante. Só quando é feita de forma global, com uma estratégia bem definida e uma visão abrangente, ela pode ser chamada de branding.
O branding é a disciplina responsável por entender o que há de único em uma marca – a sua essência. E, a partir dela, alinhar todas as iniciativas de comunicação, da propaganda à embalagem e promoção em uma mensagem clara, única e consistente.
Revitalizar uma marca com o olhar do branding é partir de sua essência para vê-la sob uma nova perspectiva. A partir dessa nova visão, a marca é capaz de ser essencialmente a mesma, mas transmitir um discurso relevante para todos os seus públicos.
Ao humanizar as relações entre os produtos e seus públicos, o branding é capaz de transformar consumidores em pessoas, produtos em experiências, identidades em personalidades, comunicação em diálogo e serviço em relacionamento. O branding é a ponte que liga o universo das marcas ao universo humano.
Um relacionamento humano é uma via de mão dupla. A marca se comunica e ouve o que as pessoas têm para falar. Esse retorno é a chave para que a marca identifique o que é preciso para se manter sempre atual, importante e viva na memória das pessoas.

por Ana Couto - Ana Couto Design

18 de janeiro de 2010

Sampling

A definição mais correta para Sampling é a distribuição, amostragem, degustação. Pode ser de material gráfico, produtos, brindes, etc.
Vulgarmente, conhecemos um dos vários adjetivos para um formato de Sampling como a tradicional “panfletagem”, entretanto, esse formato de divulgação, tendo um planejamento bem alinhado, complementa qualquer outra forma de propagar marca ou produto.
Uma prova disso é a quantidade de clientes que desejam realizar o Sampling em pontos de grande circulação como rodovias em praças de pedágio.
Nesses pontos, o Sampling pode ser feito via promotor, funcionário freelancer destinado à função,  funcionário da praça de pedágio, que ao coletar o valor de “passe” entregando o material.
Em 2009 no Paraná tivemos diversos clientes procurando este complemento e destacaram-se: FESP, Pernambucanas, Plastilit, Timbu e FAE.

15 de janeiro de 2010

Não deixar uma ideia morrer

Acho que a primeira coisa importante é aceitar o fato que ideias vão morrer. Aos montes. Quase todas.
Isso não tem a ver necessariamente com competência ou esperteza, simplesmente é a dinâmica dessa indústria. Temos muitas ideias e viabilizamos só algumas. Por isso, a primeira coisa importante é ter muitas ideias. Não deu certo? Tem outra. Não rolou nesse cliente? Vamos inventar um treco para outro. Vingou uma? Comemore pensando na próxima.

Outra coisa importante é encontrar aliados para a sua ideia. Pode ser o seu chefe ou um redator-moleque-empolgado; pode ser o diretor de criação de internet ou até mesmo o cliente. Pense assim: quem ia gostar de colocar essa ideia em prática? Se tem alguém, convença essa pessoa primeiro. Depois, juntos, levem para quem mais for necessário. É muito mais fácil quando você tem aliados.
 
Daniel De Tomazzo é Diretor Geral de Planejamento da Lew'Lara\TBWA e Vice-Presidente do Grupo de Planejamento.

14 de janeiro de 2010

12 de janeiro de 2010

Marketing Olfativo


O marketing olfativo – ferramenta utilizada por agências de publicidade e empresas especializadas em aromatização de ambientes – vem ganhando cada vez mais espaço no comércio. Estudos apontam que o consumidor tende a permanecer mais tempo dentro de uma loja quando esta utiliza aromas no ambiente. A premissa da estratégia é capturar o cliente pelo olfato, se utilizando do poder de recordação dos cheiros, fazendo com que pessoas se lembrem de determinado local e então, retornem. Dentre as lojas que se utilizam da tática estão a Le Lis Blanc, a SAAD e a multimarcas Bazaar Fashion.
As fragrâncias nos ambientes comerciais, antes restritas às lojas de cosméticos e perfumaria, hoje ganharam os mais diversos segmentos. Na Le Lis Blanc, além de fortalecerem o conceito da marca na mente do consumidor, as fragrâncias estão à venda para quem desejar adquirir, tamanho o sucesso que fez entre os frequentadores. Em razão disso, a marca recentemente ampliou sua linha de aromas, que hoje conta com a fragrância Alecrim e Âmbar. A primeira é composta por home sprays, pot pourri, kit difusor de aromas, vela e mini vela aromatizante, vela castiças, água para perfumar roupas, sabonete líquido e mini savons. Já a linha Âmbar, que incorporou o portfólio de produtos da marca, contém home spray, pot pourri, kit difusor e velas aromatizantes. Trata-se de um dos aromas mais antigos do mundo, com toque amadeirado.
As linhas aromatizantes da Le Lis Blanc são encontradas nas duas lojas da marca em Curitiba, localizadas no Shopping Müeller e no ParkShopping Barigüi e nas demais lojas da rede espalhadas pelo Brasil. Todos os produtos acompanham embalagens especiais, que refletem a preocupação da marca com a qualidade e elegância.
A SAAD, localizada no Shopping Crystal Plaza, é outra marca que decidiu apostar no mercado de perfumaria. Um dos últimos lançamentos da grife de luxo é o perfume Saadíssima Day – uma versão mais leve da fragrância doce que já havia conquistado as clientes. Trata-se de um perfume elaborado com frutais cítricos, bergamota siciliana, ervas aromáticas e sálvia esclarea, que apresenta corpo amadeirado de cedro e ébano. Para convidar consumidoras a conhecer o lançamento, a SAAD também recorreu ao marketing olfativo, borrifando a essência no interior da loja.
A sócia-proprietária da Bazzar Fashion, Andréa El Omeiri, buscou em São Paulo uma empresa especializada no desenvolvimento de aromas personalizados para encontrar uma fragrância para a multimarcas. “O objetivo era um aroma que proporcionasse prazer e convidasse nossos clientes a permanecer na loja, além de despertar a memória olfativa”, explica a empresária, que encontrou o perfume ideal após alguns testes realizados no ambiente da Bazaar Fashion. No entanto, a fragrância sentida na maison não está disponível para comercialização.

8 de janeiro de 2010

Diferenciação

Frases como ‘faça o que eu digo, não faça o que eu faço’ ou ‘casa de ferreiro, espeto de pau’ retratam muito bem como se comporta a maioria das agências de comunicação no Brasil e no mundo. Um exemplo é que as agências costumam receitar a diferenciação para seus clientes, mas são poucas as que se diferenciam realmente. São raras as que possuem um ponto de vista distinto. Ao meu ver, um dos principais motivos é a falta de ideais de muitos donos de agência, que pensam somente no dinheiro, e se esquecem de que ele é conseqüência de outros fatores.
Diferenciação, no entanto, não é ter processos diferentes ou trabalhos premiados. Não é ter uma personalidade descolada, ou ser especializado em digital. Nem mesmo possuir o escritório mais cool do mercado. Para o cliente, tudo isso é mero detalhe. Diferenciar, na verdade, é ser relevante. E, para isso, a agência deve saber, claramente, ‘quem ela é’, ‘quem deseja ser’, ‘que tipo de empresa deseja atender’ e ‘como poderá gerar valor a esse tipo de cliente’. É como diz uma frase que nós, publicitários, sempre usamos, mas pouco praticamos: ‘não dá pra ser todas as coisas para todos os clientes’. Precisamos escolher.
Um exemplo interessante é o que, segundo o Alex Bogusky, ajudou a Crispin, Porter + Bogusky a se tornar a agência mais badalada do mundo. Eles buscaram uma visão: ser responsável pelos trabalhos de comunicação mais comentados no mundo. Ela foi disseminada por toda a agência, dita todos os dias a todos, e até fixada às telas dos computadores. Desde então, tem sido a base de qualquer trabalho feito. Em poucos anos, a agência já era autora de trabalhos extremamente ousados e de grande repercussão. Com esse ponto de vista, A CP+B continua atraindo clientes que acreditam que a comunicação de resultados é aquela que gera repercussão.
Identificar que tipo de cliente você deseja atender clarifica e legitima o ponto de diferenciação. Se você não gosta dos seus clientes, tenha certeza de que eles também não gostam de você. O resultado é uma relação baseada na desconfiança. Mudar o jeito de ser de um cliente depois de iniciar a relação é trabalho árduo. Não escolher clientes, e pegar simplesmente qualquer um que bata na sua porta é extremamente prejudicial, principalmente porque eles afetam seu bem mais valioso: a cultura da agência. Além disso, clientes que acreditam no que você oferece são aquelas que permanecerão mais tempo com você.
Para isso, toda a sua equipe, clientes e potenciais clientes devem saber, da forma mais clara possível, ‘quem você é’ e ‘quem você quer ser’ e ‘no que você acredita’. Quando comentei o que acabei de dizer com alguns amigos, disseram que é preciso coragem. No entanto, respondi, é preciso ainda mais coragem para ser mais uma agência comoditizada que disputa qualquer tipo de cliente e é escolhida apenas pelo menor preço.

5 de janeiro de 2010

2010 x Marketing

Em 2010 que começou 10, está 10 e será 10 ... em todos os aspectos devemos esperar muito trabalho! A conversa não será mais unidirecional, será multi-direcional. Os blogs e redes sociais são uma fonte valorosa para ouvir dos clientes o que eles querem. É preciso entender as verdadeiras razões que levam o consumidor a querer um computador, um celular ou outro produto. As pessoas tem sonhos e desejos e querem torná-los realidade. Dream-support: mostra para os consumidores o que eles podem fazer com os produtos e a experiência que terão ao usá-los. As pessoas contam seus sonhos para quem elas confiam. Ser transparente, mostrar o que é bom e o que não é em você, gera confiança. Para ser uma marca relevante no futuro, você precisa viver digitalmente. Precisa ser digital na sua comunicação e nos produtos que vende. Na minha opinião, em 2010 as empresas precisam incorporar (urgente) os seguintes pensamentos:

Sustentabilidade Financeira e Ambiental;
Ser Útil e Interessante;
Transparência para público interno e externo;
Abraçar o mundo digital e a mobilidade;
Fazer parte das conversas entre seus consumidores, principalmente nas mídias sociais;
Aparecer mais;
Sai Vendas, Entra Relacionamento;
Ofertas Personalizadas ;
Menos Gerentes e Cargos, Mais Líderes e Projetos;
Diferenciar-se dos concorrentes;

Em 2010 minha odisséia continuará, promovendo a disseminação do conhecimento sobre a qualidade, valorizando os bons trabalhos desenvolvidos na área de Marketing, pesquisando as novidades que certamente vão aparecer e compartilhando tudo que for possível e útil para o conhecimento!

Viva 2010! by Alceu Cruz